O artigo definitivo de Mountain Bike para iniciantes

O que é Mountain Bike? Nós que vivemos e respiramos essa modalidade incrível muitas vezes nos esquecemos o quanto essa pergunta tão simples é também um questionamento bastante importante.

Seja você um novo entusiasta que quer entender melhor o tema ou um(a) mountain biker que já está no esporte há um tempo e quer explicar para seu marido/esposa/avó/tio o que é mountain bike, você chegou ao lugar certo.

Bem vindo ao Aventrilha – O blog de Mountain Bike.

Neste artigo você verá o que é Mountain Bike, como ele surgiu, suas submodalidades, alguns detalhes básicos de o que é uma bike específica para essa modalidade… enfim, tudo sobre o mountain bike para iniciantes.

1- O que é Mountain Bike

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Mountain bike é uma submodalidade de ciclismo. No Brasil, é comum se referir a mountain bike pela sigla MTB. Em Portugal a modalidade é chamada de BTT (Bicicleta todo o terreno) bem como em outros países de língua portuguesa, como a Angola.

O MTB é praticado fora de estrada – trilhas, estradões e até mesmo neve e areia são alguns dos terrenos desbravados pelas mountain bikes hoje em dia – porém, devido a sua enorme flexibilidade, é comum ver mountain bikers pedalando no asfalto – até mesmo em algumas competições no asfalto reservam uma categoria para mountain bikes.

A modalidade cresce vertiginosamente pelo mundo todo e hoje vivemos uma avalanche de inovações, tecnologias e fãs entrando no esporte. Porém antes de vermos onde o MTB está e para onde ele vai, é essencial explicar o que é mountain bike contando sua história.

2- A história do Mountain Bike (versão bem curtinha)

Como esse é um guia de mountain bike para iniciantes, é fundamental saber de onde esse esporte veio.

Lá pelo ano 1817 o mundo mudou. A primeira coisa que se pode ser chamada de bicicleta foi inventada e apresenta em Baden, na Alemanha.

Na época ela foi chamada por seu inventor, Karl von Drais, de Laufmaschine, ou Maquina de Correr/Andar em português.

É difícil por em palavras o quanto a criação da bike foi um evento importante na história do homem moderno, mas pense assim: até a bicicleta começar a ser fabricada, as pessoas não podiam viajar entre bairros, vilas e povoados sem necessitar de cavalos ou trens – ou a pé.

Se hoje um pedal de 50km pode parecer algo comum, nessa época isso representava ver pessoas de vilas próximas que não se visitava havia meses. Esse “encurtamento” das distâncias causava grande mudanças nas sociedades que começavam a popularizar a magrela.

Porém estamos aqui para falar do mountain bike. E é no final do século 19 que  nossa história começa.

No ano de 1896 um regimento do exército americano realizou uma expedição em alguns estados americanos utilizando bicicletas.

Seria a primeira vez que uma instituição utilizaria a bicicleta fora de estrada. A foto em preto e branco retrata esse momento.

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Há indícios de que exércitos de outras nações utilizaram a magrela em exercícios militares antes do momento retratado na foto.

Muitos dizem que é aos suiços que tal feito deve ser atribuido. Mas essa imagem é ainda o primeiro registro fotográfico de tal situação.

Bom, você pode estar pensando que foi assim que nasceu o Mountain Bike, correto? Que daí pra frente um grupo de ciclistas passou a levar as bikes para as trilhas e logo tivemos o nascimento da modalidade, certo?

Errado.

Se por um lado realmente a bicicleta começou a ser utilizada fora de estrada, o que viria após isso seria o surgimento de outra modalidade muito mais antiga que o MTB. Tratava-se do Cyclocross:

cyclocross-mountain-bike O artigo definitivo de Mountain Bike para iniciantes

O cyclocross nasceu lá pelo ano 1900. Alguns atletas do ciclismo de estrada apostavam “rachas” com os amigos de um jeito bem inusitado: ganhava quem chegasse de uma cidade a outra primeiro. Porém ninguém era obrigado a utilizar as estradas convencionais.

Tenho um artigo aqui no Aventrilha que explica tudo sobre o Cyclocross. Vale a pena ler.

Rapidamente, o cyclocross é também uma submodalidade do ciclismo onde as provas geralmente ocorrem no inverno e outono do hemisfério norte (outubro a fevereiro) e consistem em várias voltas por um circuito de 2km a 5km. O circuito normalmente possui terreno de dificil transposição, com areia, galhos, grama e lama. Muita lama.

Então se algum dia você teve a ideia de que o cyclocross é de alguma forma produto de uma mistura entre ciclismo de estrada e mountain bike, esqueça esse pensamento. O cyclocross nasceu muito antes da primeira mountain bike ter sido inventada.

Mas afinal, quando é que surgiu o mountain bike?

Assim como o samba aqui no Brasil, o macarrão e a aviação, ninguém sabe dizer com certeza em que local e em qual ano ele foi “inventado”. Porém pode-se dizer que ele começou a dar as caras com esse camarada aqui:

Geoffrey-Apps O artigo definitivo de Mountain Bike para iniciantes

O cara na foto acima é o britânico Geoffrey Apps – Geoff para os íntimos. Foi no ano de 1965 que Geoff começou a modificar bicicletas convencionais de estrada para andarem off-road em sua fábrica Cleland Cycles.

Geoff era tão pioneiro que nessa época já desenvolvia mountain bikes com características que só vimos entrar em larga escala nos últimos anos, como rodas de tamanho 27,5″.

Talvez seja aqui que possamos dizer que a primeira mountain bike foi inventada, certo?

Os norte americanos nos diriam outra coisa…

Do outro lado do Oceano Atlântico, nos anos 70, virava febre adaptar quadros de bikes de estrada, colocar pneus mais largos e meter as magrelas em trilhas e single tracks. California e Colorado foram dois dos principais centros nessa época.

A maioria dos ciclistas que realizava essas adaptações tomava os famosos quadros de bikes Cruisers da Schwinn dos anos 40, 50 e 60 como base e as modificavam:

Schwinn-Cruiser O artigo definitivo de Mountain Bike para iniciantes

Porém foi só na virada dos anos 70 para os 80 que podemos dizer que as fabricantes de bicicletas passaram a dedicar parte de sua linha de produção exclusivamente para esse novo modelo de bikes vinha ganhando espaço constantemente e clamava por um estilo próprio.

Vários são so nomes nessa época que recebem créditos por terem desenvolvido essa primeira mountain bike. Alguns deles produzindo bikes até hoje como Gary Fisher e Tom Ritchey.

A foto abaixo é de uma das primeiras bikes de Fisher:

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O que se viu no final dos anos 80 e nos anos 90 foi uma verdadeira explosão no esporte.

Mais e mais fabricantes abriam as portas ou dedicavam seus engenheiros e áreas de suas fábricas para atender o mercado da Mountain Bike.

Os primeiros mega ídolos do esporte começavam a nascer e atrair uma legião de fãs, como Ned Overend, Tinker Juarez e John Tomac – todos presentes na foto:

ned-overend-tinker-juarez-john-tomac O artigo definitivo de Mountain Bike para iniciantes

Pode-se sim dizer que os anos 90 foram os anos dourados do mountain bike.  Com ciclistas cada vez mais entusiasmados – e malucos – as mountain bikes passaram a ser utilizadas em circunstâncias que até então só motocross eram utilizadas, culminando com o desenvolvimento do Downhill – submodalidade do mountain bike tida até pouco tempo atrás como coisa de doido varrido.

Talvez o ápice tenha sido com figuras insanas como Josh Bender e sua típica suspensão gigante.

Josh-Bender O artigo definitivo de Mountain Bike para iniciantes

Bender foi um dos precursores do Mountain Bike Free Ride e arriscava sua vida em penhascos e desfiladeiros de desertos americanos.

E trazido aqui por tantos nomes importantíssimos do MTB que chegamos aos anos 2000, onde vivemos uma era de inundação de tecnologia que o esporte nunca viu antes.

Freios V-Brake deram lugar aos sofisticados sistemas de disco hidráulicos. Pneus com câmaras passaram a ter líquido selante dentro. Suspensões de 80mm absorvem o que outras de 200mm não absorviam. Aros 27,5, rodas plus size, carbono, transmissões eletrônicas, etc…

E falando em bicicleta…

3- A bicicleta de Mountain Bike moderna

É importante citar que existem vários tipos de mountain bikes, cada uma atendendo uma prática diferente da modalidade. Atualmente são três os estilos mais populares:

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A bicicleta da esquerda é uma de Cross Country.

A da direita é uma de All Mountain/Enduro.

A de baixo é uma bicicleta de Downhill.

Para se entender o que é mountain bike é fundamental que se entenda também os tipos de modalidades de MTB que existe. Eu escreveria sobre esses estilos aqui mas já tenho um artigo inteiro no site dedicado a explicar as modalidades de mountain bike. Falo sobre XCO, All Mountain, Trail, Free Ride, Downhill… vale a leitura!

Aqui tomarei como base aqui a bicicleta de Cross Country pois é o estilo mais popular atualmente – pelo menos no Brasil:

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A maioria das bicicletas podem ser divididas nas 5 categorias de peças acima. Aqui falarei quais são essas categorias e as especificidades no mountain bike:

1- Quadro

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A parte mais importante de uma bicicleta, o quadro é a primeira coisa que você precisa escolher quando vai comprar uma nova bike. Isso porque ele tem tamanhos diferentes e formatos diferentes, que no esporte chamamos de geometria.

Os tamanhos de uma bicicleta são escolhidos a partir do tamanho dos quadros. É importante ressaltar que o quadro muda dependendo do tamanho da roda da bicicleta (aro 26″, 27,5″ ou 29″) mas isso veremos mais adiante.

Normalmente o tamanho de um quadro de mountain bike é definido por números como 15, 17, 19 e 21. Para entender melhor o que essa numeração quer dizer, sugiro esse artigo sobre tamanho de quadros de MTB aqui do Aventrilha.

Um quadro de mountain bike moderno geralmente tem como principal material o alumínio. Bikes mais leves – e mais caras – usam quadros fabricados com fibra de carbono.

Quadros de mountain bike mais sofisticados podem ter um sistema de suspensão traseira, como nesse exemplo:

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Nesse formato, a bicicleta possui também um sistema que absorve os impactos na roda de trás, não só os da roda dianteira, como veremos no tópico seguinte:

2- Suspensão/Garfo

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Chamamos esse ítem acima de Suspensão (Brasil). Podemos nos referir a essa peça por suspensão dianteira (já que existe a traseira) e também de garfo.

Mas veja, se você disser “o garfo da minha bicicleta” a maioria das pessoas entenderá que você está falando de um garfo rígido. Garfos rígidos não possuem sistema de absorção de impacto.

Suspensões funcionam normalmente com 3 tipos de tecnologia de absorção: ar, óleo e elastômeros – sendo a última a mais simples do trio e basicamente são molas que absorvem o impacto.

Há algumas outras regalias em algumas suspensões como travas e regulagem de retorno mas isso é assunto pra outra hora.

3- Rodas

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Sendo um guia de mountain bike para iniciantes, simplifiquei bastante essa etapa. Rodas de mountain bike incluem os seguintes ítens:

  • Pneus;
  • Camaras*;
  • Aros;
  • Raios – que conectam os aros nos cubos;
  • Cubos – que fazem a bike girar.

Cada um desses itens dá um post inteiro. Deste modo, falarei aqui o aspecto mais importante das rodas de mountain bike: seu tamanho.

Nos anos 80 e 90 o tamanho de aro de 26″ reinava absoluto. Em 2006 passou-se a produzir em escala rodas de mountain bike de tamanho 29″ – o mesmo que as das bicicletas de estrada (speeds).

A tecnologia fez sucesso imediato e hoje MTBs com aro 29″ são maioria nos segmentos de mountain bikes intermediárias e de ponta. Há ainda a roda tamanho 27,5″ – que tenta unir o melhor dos dois mundos – mas ainda não se estabeleceu no mercado (não é raro você ir a uma bicicletaria e não encontrar peças de reposição para uma aro 27,5″, por exemplo).

É importante ressaltar também sobre o * asterisco acima. Muitas mountain bikes tem recebido a montagem tubeless – ou seja, sem câmara. Ela funciona com um selante dentro do pneu e que veda furos em caso de perfurações.

Se quiser entender mais sobre pneus, veja esse artigo com uma explicação completa sobre pneus de MTB (e como escolher seus pneus).

4- Transmissões

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A transmissão de uma bicicleta envolve as seguintes peças:

A- Pedivela: o pedivela de uma transmissão envolve o braço do pedivela e as coroas.

B- Movimento central: também chamado de eixo ou rolamento central. É a peça que possibilita que o ato de pedalar aconteça.

C- Cassete/catraca: é uma série de coroas (também chamados de cogs) presas à roda traseira. Os cassetes podem vir de 5 coroas numa bicicleta mais básica à 12 numa mais sofisticada.

D- Câmbios: há um câmbio traseiro e um dianteiro. O traseiro muda a corrente de coroas no cassete. O dianteiro muda a corrente de coroas no pedivela. Vale ressaltar que recentemente muitas bicicletas estão sendo montadas com pedivelas de coroa única, o que implica na não existência de câmbio dianteiro.

E- Corrente: a corrente da bicicleta é vendida por modelos que variam de acordo com o número de coroas no cassete. Ou seja, se há um cassete de 11 coroas, a corrente deve ser especial para um cassete de 11 coroas.

F- Passadores / trocadores / mudadores: são comandos presos ao guidão que fazem você – adivinhe só – passar a marcha. Elas que vão acionar os câmbios para mudar a corrente de coroa. Uma bicicleta que não tem câmbio dianteiro terá portanto só terá um passador – o traseiro.

G- Sistema de freios / travões: algumas vezes os freios (“travões” em Portugal) não são incorporados à categoria “transmissão” mas o fiz assim para facilitar sua compreensão. Eles envolvem várias peças e dependem do seu sistema que em geral podem ser 4:

  • A disco com sistema hidráulico;
  • A disco com sistema mecânico;
  • Cantilever;
  • V-Brake

Os freios a disco hidráulicos são os mais modernos e mais utilizados em bicicletas intermediárias e de ponta.

5- Outros componentes

Por fim, temos uma série de outros componentes da bicicleta.

  • Selim/banco – onde você se senta;
  • Canote – o que fixa o selim no quadro e te dá sustentação para pedalar sentado;
  • Guidão;
  • Mesa/avanço – o que conecta o guidão no quadro e te dá sustentação para pilotar.
  • Pedais;

Normalmente grandes fabricantes de um tipo de componente também fabricam os outros, como Crank Brothers, FSA ou a própria Shimano. Se estiver gostando do post, curta a página do Aventrilha no Facebook:

 

E se as bicicletas de hoje são assim, como seriam as mountain bikes do futuro?

4- O que podemos esperar do futuro do mountain bike

Abaixo listo 4 das maiores tendências para os próximos anos, para que esse guia de mountain bike para iniciantes não te deixe na dúvida do que está acontecendo de novo.

Bicicletas Plus Size

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Foto Bike Mag

Há alguns anos houve uma febre acerca das chamadas Fat Bikes, mountain bikes com pneus extremamente largos que inicialmente foram criados para enfrentar neve, areia e afins.

Elas chegaram a ganhar popularidade no MTB mas logo viu-se que poderiam passar de algo divertido para algo realmente padrão de mercado se houvesse uma pequena diminuição no tamanho colossal de seus pneus: assim nasciam as Plus Size.

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Plus size é a da direita

Ao contrário do que se pensou por muito tempo – de que bikes de cross country precisam ter pneus estreitos – as Plus Size vêm com pneus de até 3.4″ de largura contra 2.2″ das bikes atuais. Você descobre que a bike é uma Plus size quando vê o diâmetro de sua roda com um “+” na frente (27,5+, por exemplo).

Essas bikes vêm ganhando mais e mais popularidade e devem ser o modelo predominante no mercado nos próximos 10 anos.

Transmissão eletrônica

Uma tecnologia até então presente somente em conjuntos (bem) mais caros das fabricantes de componentes de bikes, como SRAM e Shimano.  A ideia aqui é que você passe a mudar de marchas sem que haja cabos ligando seu passador ao câmbio.

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Ou seja, não é uma troca mecânica ou hidráulica, é eletrônica mesmo.

A tecnologia é ainda muito cara e necessita leves aperfeiçoamentos. Dentro de uns, de 10 anos, porém, deverá estar por toda parte.

Canote hidráulico/retrátil

Talvez essa não seja uma das maiores tendências, mas certamente é uma bem legal. O canote, como visto acima, é a peça da bike que sustenta o selim. E quando você começar a encarar trilhas com descidas mais íngrimes, logo verá que seria muito melhor se seu banco estivesse mais baixo.

Para deixá-lo assim, temos que descer da bicicleta, soltar a abraçadeira, descer o banco só para elevá-lo novamente quando a descida acabar.

Em nível amador isso até é aturável, porém no competitivo não há tempo para essas paradas. Assim que nasceu o canote hidráulico/retrátil:

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Ele basicamente é uma peça com um controle remoto que, ao ser acionado, abaixa seu banco – exatamente como uma cadeira de escritório faria. Para praticantes de All Mountain/Enduro  essa tecnologia é uma maravilha e muitas mountain bikes – até mesmo de cross country – já estão vindo com essa peça de fábrica.

Elas ainda são caras e de difícil manutenção então realmente é algo que devemos ver mais pra frente.

Tenho um artigo inteiro aqui no Aventrilha para falar dos canotes hidráulicos então, se se interessar pelo tema, confira o artigo.

E-bikes

Mostrando que a entrada de componentes eletrônicos veio pra ficar no mundo do MTB.

Quem disse que pedalar com um pequeno “ajudante” é chato? As e-bikes, ou bicicletas elétricas, vêm ganhando espaço a cada ano e sua tecnologia aprimorada.

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Elas não pedalam por você nem tem acelerador, mas ajudam naquela subida mais chata onde você só queria subir para poder descer do outro lado. Veja esse vídeo do pessoal do GMBN mostrando ela em uso nas trilhas. Muito legal/fixe:

Ainda dá papo pro ano inteiro!

O tema Mountain Bike é muito vasto, complexo e que se transforma a cada ano. Há muitos detalhes que não cobri aqui, como alguns modelos específicos de bikes e peças e mesmo algumas competições.

Por isso, convido você a navegar aqui pelo blog Aventrilha – e curtir a página do Aventrilha no Face:

 

Há outros artigos que podem te ajudar muito nessa sua caminhada como iniciante no Mountain Bike:

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Abraços e bons pedais!

  • Azulnauta

    Muito bom artigo, obrigado desde Portugal!

    • Fernando – Aventrilha

      Obrigado, Azulnauta! Grato pela visita e pelo comentário.

  • Danilo Moretti

    Fernando, bom dia!
    Estou apreciando muito suas dicas pois quero começar a praticar o MTB… qual a melhor loja em SP para compra de uma boa bicicleta para iniciante? Que tenha um bom atendimento, preço e honestidade na indicação do equipamento.
    Um abraço,

    Danilo Moretti

    • Fernando – Aventrilha

      Fala, Danilo,

      Poxa cara, não sou aí da capital… se não poderia te ajudar rsrsrs.

      Abraços

  • Virgílio Dias Maia

    Não recomenso este artigo somente para iniciantes. Muito esclarecedor e bem escrito.

    • Fernando – Aventrilha

      Valeeeu, Virgílio! Obrigado!

  • Keli Koehler

    SHOWW DE BOLA esse teu blog! Curto demais e sempre leio tudo tudo! Muito útil! Parabéns! Abração

    • Fernando – Aventrilha

      Valeu, Keli! Obrigado mesmo pela mensagem! 🙂

  • Leonardo

    Muito bom o artigo! Acompanho os artigos do Aventrilha ha algum tempo e são todos excelentes.
    Você poderia, por gentileza, escrever um artigo sobre cubos? Pretendo trocar os cubos da minha MTB para melhorar o desempenho e não encontrei informações mais técnicas na internet.
    Por exemplo, entre um cubo da roda VZAN Everest XC e um cubo Shimano Deore, qual é melhor?
    Entre rolamentado e com esferas, qual leva vantagem e em quais situações?
    Obrigado!

  • Hudson Ferreira

    Tem algum artigo que fale de bike no mercado para iniciante MTB, pois fica a dúvida em qual comprar para iniciar esse modalidade.